quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Olhares: Férias


Primeiramente, venho pedir desculpas pelo sumiço. Durante as férias passo dias e dias na praia e a internet aqui é a manivela (ou quase).

Sem mais enrolação, as fotos!



(Sarah <3)




Sim, peguei essa câmera emprestada do meu pai algumas (poucas) vezes.




Aaah, foto panorâmica! <3


É, foi isso que eu vi nos últimos dias e tive o prazer de clicar. Espero que tenham gostado!

Beatriz.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Todo drama tem seu fim

Hey.
Em clima de fim, percebi algumas coisas que todos anos se repetem. O pior desse repeteco todo é que nada acabou. Os dias continuam correndo do mesmo jeito, e o Sol não deixou de fritar nossas cabeças no verão. Então fiz um texto de fim de ano, mas pensando nisso não como um fim, e sim mais um momento como tantos outros.Los Hermanos - Todo Carnaval Tem Seu Fim para acompanhar esses dias :)


Todo drama tem seu fim

Final de ano, apesar de ser apenas mais uma invenção do homem em meio aos seus tantos métodos de tornar o tempo mais compreensível, dá um certo clima nostálgico em todos. A sociedade e nosso consciente nos diz que é hora de pesar as coisas boas e as ruins que aconteceram ao longo do ano.
Ouvi algumas pessoas dizerem que 2013 foi um péssimo ano. Mas quando dizem um “péssimo ano” não estão vendo a coisa por inteiro. Ninguém passa um ano totalmente absorto em mágoas, nem que tenha sido por só um segundo, todo mundo sorriu em algum momento. E por mais desastres que um ano tenha, não vale à pena deixá-los refletirem no final. Como toda novela, no final, os mocinhos esquecem todo o dramalhão e vão viver a vida felizes, como se nada tivesse acontecido. Um fim de ano é perfeito para essa atuação.
Sei que parece um ponto de vista um tanto sem noção alguma, afinal, a vida nada tem a ver com novelas. Mas do que adianta remoer mágoas? Por mais que tenha sido o pior ano da sua vida (coisa que no caso de muitos que reclamam, não é), é bem mais útil tentar fazer o fim de ano compensar. Chorou o ano todo? Sorria o bastante para compensar. Viveu em meio à lembranças tristes? Viva algo feliz para ser relembrado. Fez tudo errado? Aproveite cada oportunidade da acertar a partir de hoje. Se matou pelos outros? Mate seus rancores e seja um egoísta alegre por pelo menos alguns dias.

Todos temos algum motivo de sorriso. Então saia daí, olhe o céu e aproveite todo lado bom que ele tem. Aproveite agora para achar a sua felicidade. Por que adiar para 2014 se todos os anos são uma coisa só? 2012, 13 ou 14, todos são apenas sua vida. Faça  valer à pena.

Luisa

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Sugestão: O Vendedor de Fumaça

Hey. 
Hoje o post é uma sugestão de algo para assistir. Achei esse curta sem querer enquanto procurava por uma música, mas a sua ideia, o modo que foi desenvolvida, a graciosidade e o final cômico me conquistaram. Além, é claro, da trilha sonora (algumas valsas costumam me agradar, principalmente aquelas com um toque de Charlie Chaplin) e do figurino em si, que me lembrou o espetáculo Corteo, que é lindo demais. Bom, aproveitem (:


Luisa

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Sonhos de estrada

 Hey.
Esse texto saiu bem diferente, e digamos um pouco difícil de achar um sentido. Mas não desista, ele tem um sentido. Skank - Notícias do Submundo foi o que eu estava ouvindo e me inspirou, então a loucura tem uma justificativa. Boa leitura.

Sonhos de estrada

No mínimo, era uma menina que devia despertar curiosidade em olhos alheios. Com uma língua ferina mas mente sensível, tornava todas suas ideias em um líquido concentrado, que poupava suas palavras sem apagar sua marca. Não se incomodava em se passar por ingênua, as pessoas se tornavam interessantes se despidas de sua habitual armadura por não temerem a garota.
De frágil possuía apenas o corpo e o tom de voz baixo. Sua pele enrubescia com certa facilidade, mas contornava situações constrangedoras com uma facilidade ainda maior.
Enquanto encostava o rosto no vidro de seu velho carro e ouvia o ronronar do motor, sua mente vagava incerta. Corria os olhos pela grama verde assim como imaginava seus pés correndo, apenas procurando algo para se distrair. Um casal de idosos, pessoas no ponto de ônibus e muitos carros. Tanta gente não presente. O que levava aqueles tantos corpos vazios em estradas apinhadas de rodas à um mesmo lugar? Imaginava a garota se era diferente dos tantos que a cercavam. A ideia de todos seguirem o mesmo caminho era desoladora.
Se alguém ao menos parasse em uma janela para vê-la com olhos que não fossem os habituais de vidro, também se perguntaria o quê uma garota daquela fazia trilhando as suas mesmas estradas.

E a parte adormecida da garota, aquela parte dos clichês sentimentais, angustiada e trancafiada em uma prisão temporária do corpo molemente jogado no banco de trás do carro, gritava para que ela fosse apenas mais um estereótipo de adolescente. Aquela parte chata era apenas seus sentimentos chatos, que caso acordassem, acabariam com a alegria da garota de inventar histórias curiosas sobre sua visão, mas de olhos fechados.

Luisa

Doce Inocência


Olá, olá. Não tenho grandes explicações sobre esse texto, porque ele não saiu da minha cabeça, saiu só dos meus dedos e quando olhei ele já estava terminado me encarando, o que deu medo shauhusa

Bom, para acompanhar, a conhecida Malandragem - Cássia Eller



Doce inocência



Nascemos e vivemos por um curto período de tempo ainda com nossos corações puros. Quase durante toda a vida já estamos debilitados de inocência. Eu não sei o quanto isso é ruim ou bom, estou apenas relatando um fato.

Todos os dias a pureza de uma criança a mata. Seja literalmente ou figurativamente. A inocência nos persegue até não ser mais capaz de correr. Acreditamos demais quando somos pequenos. Tudo que nos dizem é verídico, nada é dubitável. Fazem a criança acreditar que aquele é um simples doce ou que a está levando para dar uma volta antes de trancá-la em um quarto escuro e acabar com ela.

No sentido figurado, bom, estou falando dela. A ruivinha que está sentada no assento desconfortável do ônibus. O celular ainda em sua orelha, a ligação acabou há um bocado de tempo. Seus olhos liberando lágrimas mesmo que isso não ajude em mais nada. Ela acreditou cegamente em palavras vazias e em um riso frouxo. E você ligando ou não, ela continua acreditando.

Ela sofria muito. Não estava errada, porém os pedidos de desculpas escapavam de seus lábios mais do que ela respirava. Tentava se explicar, entretanto não havia o porquê. Ela não tinha nada a ver com a causa de toda a confusão; ele a fazia acreditar que era o furacão que destruía tudo.

Mas era tarde e sua visão já estava muito embaçada e ocupada com lágrimas pra se preocuparem em ficar atentos e perceber que algo estava errado.

Tão jovens, não nos damos conta daquilo que acontece a nossa volta. Somos cegados por algo que nasce conosco e não temos poder sobre isso.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Um árduo comum



Um árduo comum





Ela era complicada. As pessoas em geral não conseguiam compreendê-la. Nem mesmo sua mãe entendia o mínimo sobre ela.

Quando ela ficava olhando por muito tempo para um texto, indecisa sobre qual palavra deveria optar, ou para uma vitrine sem saber que presente escolher, ou mesmo quando ela pensava e pensava, mas não conseguia se decidir se estava certa ou errada, nem ao menos entendiam que ela estava confusa. A indecisão sempre foi algo que a atrapalhou e que irritou muitos a sua volta.

Sensível demais; tentava ser mais forte do que podia. Tinha medo do que pensavam dela toda vez que lágrimas corriam de seus olhos sem ninguém saber que era por ter deixado seus pensamentos irem longe demais. Ainda assim, tentava parecer bem e esconder a dor de uma forma que não era capaz. Olhares confusos pousavam sobre ela.

Gostava e não gostava que se preocupassem com ela. Adorava sentir que algumas pessoas se importavam, mas se sentia mal ao lembrar que poderia estar dando trabalho aos outros.

Compreendia ser tão diferente dos outros por dentro, mas sabia que a carcaça era igual à de qualquer um. Tinha medo de enlouquecer nas noites que passava sem dormir, refletindo sobre as estrelas que brilhavam tanto e opacidade da sociedade cinza e esquecida.

Difícil de lidar com alguém assim, repetia em sua mente enquanto fugia com a mochila nas costas. Nunca mais a viram por ai. Ela foi buscar respostas para o poço fundo de sentimentos que carregava dentro de si.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Céu de Janeiro

Hey.
Peço desculpas pela minha atual sumida. Estou com alguns problemas, mas não vou deixar de postar algo aqui. Não era minha intenção postar esse texto, mas na falta de algo... Pitty - Equalize para acompanhar.

Céu de Janeiro

Fico feliz, mas a infelicidade hipócrita anda gritando mais alto. Sei que é por um bem maior, uma chance única, mas meu coração fica estrangulado em meio aos meus medos.
Não sou egoísta e tudo o que eu queria era seu sorriso. Te ver infeliz antes de partir é deixar uma ferida aberta em mim até seu retorno. Então sorria, quero o brilho dos teus olhos de tanto rir por bobeiras, e não marejados, quando você finge ser mais forte do que consegue suportar.
Em sua viagem, leve os sorrisos que ganhou, os abraços de
sajeitados e as brincadeiras bobas. Leve na mala a atenção que ganhou de presente, não só por que é fim de ano e todos estão no espírito natalino, porque acredite, esse espírito está demorando à me achar. Leve a atenção que ganhou de quem ainda se preocupa com você, de quem tem paciência, de quem te deseja o bem. Traga de lembrancinhas de viagem as suas novidades, a sua empolgação tão comum quanto á de uma criança hiperativa, e me dê de presente um daqueles abraços desesperados das horas em que estou prestes a surtar, mas sua expressão acaba por me desmontar.
Enquanto isso eu viajo por aqui, e aguardo ansiosamente os ventos que me trazem o céu de Janeiro, com sua companhia.


Luisa

Cigarras

Lembrei desse meu texto enquanto ouvia How - Regina Spektor. Não sei o porquê, mas tudo bem, não é?


Cigarras


Todas as noites, após tomar um banho morno e me enrolar na toalha felpuda, eu apoiava os cotovelos na janela e encaixava meu queixo entre meus dedos, sentada em uma cadeira de madeira. Ouvia as cigarras cantarem. Queria dizer que era por prazer, mas não era.

Eu colocaria algum LP dos montes que eu tinha encostados no canto da sala pra tocar, entretanto preferia me inundar no silêncio da noite (silêncio se não fosse pelas cigarras incessantes), assim não precisava ouvir a voz de nenhum cantor do qual compartilhássemos o gosto.

Então fico aqui, apoiada nessa janela de onde te vi pela primeira vez. Lembro do suor escorrendo por suas têmporas, o calor insuportável e de Molly com suas mãozinhas segurando as mãos do pai. Ah, Molly.

A menina tinha sido um grande remédio pra mim. Fechou grandes feridas e trouxe um pouco de alegria todas as manhãs quando pedia para sair; caçar algumas flores avermelhadas. Seu sorriso banguela e seus olhos cheios de um brilho bobo.

Por que vocês me deixaram, afinal, acho que nunca irei descobrir.

Sinto um leve vento entrando e me deixando com um pouco de frio e sinto que o resto dessa rotina deve continuar. Essa é a hora que vou me vestir e olho para a mesma roupa que usei no último dia que os vi. Os rostos levemente pálidos e os cabelos cor de mel. Cada um dentro de seu próprio caixão, até a hora de ir para o subsolo levando todas as lembranças.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Controle remoto


Bom, acho que há mais de uma pessoa que passa por isso, não?




Controle Remoto




Há um grande furacão de dias, pessoas, momentos, lágrimas, e até mesmo de passado fazendo desordem no meu coração. E certamente perco as estribeiras de meus sentimentos. Mas quantas pessoas sabem disso?

Qual o numero de seres vivos que sabe que eu me mordi de ciúmes? Que tive vontade de gritar, bater o pé, reclamar e fazer o maior drama. Mas não fiz. Isso aconteceu dentro de mim enquanto tentava manter o castanho de meus olhos o mais sereno possível durante as palavras que se desprendiam de minha boca sem eu perceber, afinal, não estava falando o que realmente gostaria.

Você acreditou. Sim, qualquer um acreditaria.

E eu sofri em silencio mais uma vez, mesmo sem estar em silencio.






quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Quando as Palavras se Esvaem

Hey.
Bom, um pouco depressivo, mas é mais como uma busca da luz do fim do túnel. Como acompanhamento, Agridoce - Rainy. 


Quando as palavras se esvaem


É só um nó na garganta. Disse minhas últimas palavras cuspidas, com uma intenção menor do que a que atingi. Deixei as palavras escaparem sem ao menos perceber e quando vi, ao invés da habitual folha de papel, elas estavam espalhadas pelo chão.
Agora estou jogada com elas, me afogando em meus próprios sentimentos que não consigo entender. E tudo que eu queria dizer se escondeu junto com minha coragem, me fazendo sentir a fragilidade que sente um dente de leão, despedaçado ao menor vendaval.
Sem palavras não sou nada. Junto aquelas do assoalho sem tirar seus olhos da mente, mas meu nervosismo é tanto que não consigo formar uma mísera frase. Tanta coisa, tantas memórias que tento me agarrar, e simplesmente não me sobra nada para falar, por eu não saber o que sentir com o pouco que me resta.

Apenas sei que não queria te magoar. Apenas tenho certeza de que as palavras só foram o bastante para ferir, e é preciso além para curar.

Luisa

Participação Especial: Augusto Santana

"Desenho desde os 4 anos, nunca frequentei um curso, nunca me preocupei com técnica nem com fidelidade ao real. Gosto dos rústicos, das cores, do que não existe" Santana, Augusto.















Se se interessarem e quiserem ver mais ou se comunicar com o Augusto:


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Mês

(pés da Luisa, meus pés e os pés ambulantes)


Sim, pessoas, sim, hoje o Querido Realidade Ilusória está completando seu primeiro de muitos e muitos meses. Pra comemorar, eu e a Luisa fomos para um parque e vocês já devem imaginar as brisas que saíram de lá junto a muitas fotos!

E como tema. tchanãnãnã: Na sua estante!

Bom, o blog nasceu da amizade minha e da Bea, que meio nasceu por acaso, com o medo de fazer novas amizades. Nós duas nos conhecemos ano passado no meio do shopping com pessoas de nossa escola, e desde aí achamos no gosto pelas palavras o nosso algo em comum. Ano passado saíamos em nossas tardes livres para dar uma volta no centro da cidade em que estudamos, íamos desde lojas de artigos de Rock à Brechós. Com a chegada desse ano, começamos um curso técnico na mesma escola, e nossas tardes morreram lá dentro. Morreram não, conhecemos mais pessoas e descobrimos que levar marmita e almoçar em uma sala de aula é uma experiência no mínimo... interessante. Desse tempo que passamos juntas e tivemos nossas ideias enclausuradas e o único sinal de céu azul através de tapumes nas janelas, surgiu a ideia do blog que hoje se mostra essa coisinha aqui. Ele é um filho bem cuidado, bem alimentado de textos e imagens e nossa criatividade que estava limitada ás últimas folhas de nosso caderno.


Os pés ambulantes são, na verdade, do Erik que nos ajudou com algumas fotos e nos fez companhia nas loucuras do dia.
Enfim, aprontamos muito pra comemorar e foi bastante cansativo. Muuuito sol e nos perdemos várias vezes pela cidade. Além de eu ter ficado presa dentro da escola (mas isso não vem ao caso, Bea). E valeu a pena, nos divertimos e eu tirei algumas de muitas fotos que eu gostaria hahaha



A fuga do pato! 
(fiquei gritando isso desde que bati a foto até o fim do dia)

Gostosuras ou travessuras?


(SPOILER)
Pretendemos ter resenha aqui no blog, o que vocês acham?








E ao final da tarde fomos embora do parque. :)


Bom, eu, Luisa, tomando um pouco da palavra, esse primeiro mês do blog foi bem produtivo e ao longo de todos os posts passamos por muitas coisas em nossa vida, e tanto essas coisas como o Realidade Ilusória serviram para nosso crescimento. Espero continuar com a Bea por muito tempo aqui, e sempre compartilhar um pouco dos nossos sonhos para os interessados em sonharem acordados.

O que acharam?
Em breve mais fotos.
Beatriz & Luisa

sábado, 7 de dezembro de 2013

Limites e Limitações

Hey. 
Depois do gigante acordar e adormecer, da parada gay virar polêmica e de jovens se dividirem pelos motivos menos sensatos possíveis, resolvi falar um pouco sobre ideias. O Herói dos quadrinhos que citei é o "V de Vingança". Confesso que não sou grande fã de HQs, mas esse valeu muito à pena ler. Legião Urbana - Geração Coca-Cola, como geração coca-cola, temos apenas o consumismo.


Limites e Limitações

Tudo que criamos nasce sem defeitos. Então esse algo cresce e toma forma, para sair de nós e viver livre no mundo. E então aparecem os limites.
Limites são bons, nasceram para criar um convívio melhor entre as pessoas, e desde que nascemos, são eles que nos ensinam a boa educação e as vantagens e desvantagens de se engolir sapos. E então, como bons garotos, crescemos como as plantinhas em suas estacas de madeiras e grades: do jeito que haviam planejado.
Mas até essas plantinhas com caminho tracejado dão suas escapadelas. E mesmo se não derem, as sementes que liberam tendem a ser livres, vagar pelo ar até acharem onde querem germinar e crescer.  Essas sementes são nossas ideias, e ideias quando livres, não seguem padrões de crescimento.
Nós podemos ser limitados, podemos ter padrões impostos e até certo ponto, seguir a linha que nos colocaram. Mas nossas ideias são livres, elas podem crescer e se encontrarem mais ideias semelhantes, virar algo forte o bastante para mudar partes da sociedade que perduram, mesmo que não tenham mais sentido. Sem essas sementes, todos os revolucionários teriam morrido, e com eles, enterrado seria os princípios que tanto lutaram para alcançar. As palavras são o maior lar dessas sementes, e são nelas em que reinam as mais sábias filosofias que tentam se infiltrar em nossa sociedade.

Por fim, me apropriando dos ideais de um herói de quadrinhos e inspirador de gigantes, “Sou feita de ideias, e ideias são à prova de limitações.”

Luisa

Tag: Minhas fotos me revelam

Essa foi uma tag criada para mostrarmos nossos sete vícios fotográficos. Afinal, todos nós temos algumas manias na hora de bater as fotos.


1 - Pés


2 - Flores


3 - Vista da cidade que estudo


4 - Praia Vazia



5 - Céu


6 - Olhos


7 - Animais
(tive que colocar duas por motivos de: Muito fofos!)





Aqui o link do blog de outras meninas que fizeram a tag: Ana Cristina, Daniella, Nicole e Talita



Espero que tenham gostado. Quais os vícios fotográficos de vocês?



sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Soul

Hey.
Temos dificuldade em falar de algo que não seja nós. Por mais que eu escreva sobre algo que não seja eu, o meu ser sempre estará nas entrelinhas do que digo.  Já que é assim, resolvi inverter. Trazer o assunto principal nas entrelinhas, e o meu eu em cada letra que se vê na tela. Los hermanos - Além do que se vê para ouvir, e boa leitura.

Soul

Eu sou de um jeito estranho. Não sou alta, não sou muito feminina, não sou o que queriam que eu fosse. Sou algo entre minhas palavras e minha voz, algo que liga meus sonhos da noite com os sonhos dos olhos abertos.
Sou alguém que tenta achar nas coisas mais simples, algo para se filosofar, e nas mais finas filosofias, algo para ser simplificado. Sou um meio termo entre muitas opiniões, mas um meio termo de opinião formada. Não sou forte de corpo, e minha mente vacila nas coisas mais simples, não tenho nada inquestionável, mas o que digo nem sempre acho alguém que questione. Sou verdadeira sem estar imersa nas verdades, vivo em mentiras brancas que fazem de sonho, realidade.
Sou um pinguinho de gente nesse mar chamado de mundo. Sou pouca coisa, mas o pouco que sou ocupa o Universo, meu Universo.
Sou o algo mais simples que se pode ver, e sou o algo mais complicado de se entender, conhecido também como alguém.
E quem é esse alguém, não sei se um dia irei saber.

Luisa

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