segunda-feira, 30 de junho de 2014

12 olhares: Movimento

Oi oi oi, tudo bem com vocês?
O 12 olhares desse mês tava com um tema super legal e ótimo para explorar muuuuuuuuuito: movimento. Eu decidi não usar fotos antigas e acabei me frustrando porque queria ter feito melhor, maaaaaaaaaas né, hahaha O resultado cês conferem agora!

Tá, ok, não resisti, temos uma foto do mês passado q
Adorei explorar fotos do fogo <3 hahaha

Esse é o gatinho da minha avó. Atentaaaado hahaha




Nãaaao, essa foto não é uma ilustração! hahaha
Ela é uma montagem que fiz com a ajuda de um editor (bem simples). 
Queria saber, cês se interessam em ver tutorial? :)


Quem tá aprendendo a mexer no photoshop e
 começou a testar os filtros artísticos? Eeeeu HAHAHA


E foi isso! Deixem suas impressões nos comentários e confiram o post das outras gurias <3


sábado, 28 de junho de 2014

Participação Especial: Luisa Lopes

Hey, olá!

Hoje eu vim trazer pra vocês a história da arte de desenhar na vida da Luisa Lopes, uma baiana que mora, atualmente, em São Paulo (siiim, mais uma Luisa na minha vida <3 hahaha). Vocês podem encontrá-la através do seu instagram: luly_lopes27.



"Bloco de folhas de desenho que ganhei de aniversário de uma amiga. nunca tinha me interessado por isso, mas quando vi pensei que não podia deixar essas páginas em branco, então foi por aí que começou... <3"

A Lu começou a desenhar no final de 2012, quando tinha apenas 12 anos.

"Esse foi meu primeiro kkk Depois disso passei pelo menos uns 5 meses sem desenhar, até que..."

"Eu não consegui acreditar, demorei uns dias pra processar a informação que o desenho era meu mesmo hahaha 
Foi com esse desenho que me animei mesmo com a ideia, o que me estimulou"


"Meu John Lennon de giz pastel hahaha <3"


 

Depois disso, a Lu começou a desenhar por todas as partes (na escola também hahaha)

"Depois dessa fase eu comecei a desenhar olhos: Qualquer lugar eu desenhava um olho, nem precisava ser papel, podia ser mesa, cadeira, braços de amigos *coitados*, parede, desenhava na areia da praia, no vidro da janela, enfim... hahaha"

"Esse faz parte dos meus primeiros desenhos rápidos de nanquim,
 foi um auto retrato no avião... hahaha"

A Lu mostrou também um pouco dos materiais dela.


Essas são as suas canetas Copic e ao lado um desenho
que mostra o efeito diferente do material escolhido.


"Minha aquarela japonesa. Ganhei do meu pai quando ele tinha ido pro Japão, mas eu só tinha 5 anos, então comecei a usar mesmo agora hahaha" 

Bom, por último a Lu me mostrou algumas de suas referências no instagram e eu selecionei algumas delas para aparecer aqui. :)




Bom, é isso, eu espero que cês tenham gostado de conhecer a Lu e que isso inspire vocês de alguma forma. Não se esqueçam de comentar ^^

Beatriz.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Frágil lã

Oi oi oi oi, que saudade, sério! Como é bom estar escrevendo aqui de novo. Gente, meu pc estava muito "sequelado" e eu não estava conseguindo postar mais do que o projeto, além de não conseguir responder os comentários de vocês (o que já aproveitei pra fazer tudo essa semana <3). E agora meu pc retornou e eu estou de volta com um texto pra vocês e a notícia de que é provável que eu e a Lu iremos trazer novidades em breve :)


Frágil Lã


Éramos como uma bola de lã. Enrolados. Complexos. Aprisionados. Coloridos. Esquecidos em algum canto de uma casa gelada. Uma história complicada de entender, onde cada fio levava a um caminho diferente.

Você segurou minha mão, forte; muito forte. Você disse que ainda estava aqui, mas não estava; não estava há tempos. Eu disse que aguentava, mas já tinha desistido; já tinha pensado em lhe dizer o mesmo. E fomos tentando manter nosso enrosco unido como deu, como foi possível, assim, sem prioridade alguma. A dor era o mais presente. Foi difícil, a força foi tamanha que meu corpo ficou exausto. Seguramos os fios da nossa bola de lã por tempo demais, eu sabia.

Não foi difícil um gato qualquer, animalzinho pequeno, ser desculpa para tudo desenrolar e tornar-se claro. Havia acabado. E teríamos que deixar que aquele embolado de sentimentos se fosse junto com todos os sorrisos e alegrias que já haviam existido. E tudo que restou foram corpos exaustos, vazios, sem cor, que mal conseguiam dizer uma palavra um ao outro. Foi assim que cada um usou o que restava de determinação para ir a lados opostos.

Beatriz.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Processo criativo: Uguinha

Hey.
   A Beatriz aproveitando de minha criatividade muito ociosa, me deu mais uma ideia de post. Essa aba do blog (a aí de cima mesmo, rabiscos) tem como intuito trazer alguns dos desenhos que faço. Estava a um bom tempo sem criar nada até que surgiu, pela sugestão de um amigo, uguinha, minha tartaruga mascote!


Não, ela não ficou feia assim. Esse é o "Esqueleto" do desenho. Eu não tenho uma ideia muito boa de proporções, então geralmente quando faço um desenho, principalmente quando é baseado em uma foto, faço um rascunho com um lápis mais fraco até as formas e a silhueta do desenho ficarem parecidas com o real. já fiz muito nariz maior que a cara por não rascunhar antes.

Aqui é a parte legal. Na segunda parte eu meio que preencho o desenho com o grafite, sombreando onde estiver mais escuro. Para fazer o sombreado costumo ver dois fatores: Se a área tem uma cor escura (como praticamente só desenho em preto e branco, tenho que ver se o tom do azul parece ser mais escuro que o do vermelho, por exemplo) e se a luz incide ou não sobre a parte que vou preencher. Na uguinha uma coisa legal foi o desafio de desenhar uma textura nova. fiz vários traços para a pele enrugada, e até agora estou pensando em como fazer o casco de uma tartaruga :(

Voilá, uguinha pronta. As patas deixei por último, pois sabia que dariam mais trabalho. Essa foto postei no meu instagram. Para quem quiser seguir é @limalu12.
Espero que tenham gostado.

Luisa

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Inspirações

Hey.
Hoje o tema é um tanto diferente. Com a sugestão da Beatriz, resolvi falar um pouco sobre minhas inspirações para o material do blog.
O blog, como já dissemos algumas vezes aqui, foi com o intuito de divulgar um material que já produzíamos, mas com mais qualidade. A parte que mais gosto de elaborar são os textos, geralmente contos. Escrevo desde sempre praticamente, tenho cadernos de poesias da minha infância (trancados à sete chaves, para preservar a moral que ainda me resta), textos espalhados pela estante, arquivos no computador... Enfim, é algo que já faz parte do meu cotidiano.
Como inspiração qualquer coisa contribui. Mas eu tenho sim, preferências por algumas coisas. E nada muito difícil de se fazer. Aqui vão elas:

1ª Musica
Eu amo música desde... Sempre. Cresci escutando e nunca larguei. Também tenho a minha parte prática. Mais ou menos aos 11 anos eu comecei na música, com piano e participando da fanfarra do colégio. Passei por vários instrumentos, e hoje minha paixão é o vocal.
De estilos eu gosto de uma gama bem variadas. As mais presentes são Metallica, AC/DC, Los Hermanos, Black Label Society, Legião Urbana, REM, Arctic Monkeys, Apocalyptica, RHCP, Green Day, e mais tantas outras.
Também tenho um outro hobbie além da música: o de colecionar discos. A coleção não é muito grande, mas já contagia os outros membros da minha família.
Feira de discos em São Paulo. Nunca tinha visto tanto bolachão.

2ª Viagens/Passeios
Acho que no geral, isso inspira qualquer um. Não costumo fazer viagens longas, a maioria são só passeios estilo "Bate e Volta" (vai e volta no mesmo dia). É outro hábito que tenho desde nova, e que me inspira sempre.





Praia do Veloso, em Ilhabela. Se um dia for lá e gostar de sossego, essa é a melhor praia da ilha.


A praia que vou desde pequena e sempre esqueço o nome. Me perdoem por essa. O legal dela é que um rio cruza a praia antes do mar. Então tem uma piscina de água salobra com muitos, mas muitos caranguejos e algumas águas vivas de vez em quando.





 Esse é o Pico do Urubu. Ponto mais alto de Mogi das Cruzes, e pra quem gosta de esportes radicais, o melhor ponto para se saltar de Parapente. Eu só admiro mesmo.

 Uns óculos antigos na feira de antiguidades da praça Benedito Calixto, em SP. Não só essa feira, mas antiquários e lugares com coisas velhas (sem ofensa) me atraem. Não acho que nasci no tempo errado. Se nascesse antes, as coisas velhas seriam novas e comuns. Cadê a graça?


São Paulo. Vou sempre que posso, possui muitos pontos turísticos legais e é um turbilhão de coisas para estimular a criatividade, se você souber observar.





 Mogi das Cruzes. Conta como passeio porque rodo essa cidade de cabo à rabo nos tempos livres. "Por ti, minha mogi querida, das Cruzes um símbolo cristão..."


 Guararema. A cidade é linda, embora já tenha ido tanto que... é, tá perdendo a graça. Mas os parques são belíssimos, e natureza é o que não falta. (Nem peixe no rio paraíba).






Voltando pra SP, o Museu do Ipiranga é lindo, lindo. Passear pelo jardim com uma câmera na mão é muito legal. A Beatriz curte.














3ª  cotidiano
Sim, o dia-a-dia é motivo de inspiração. Palhaçadas na escola, risadas, choros, brigas e todas as histórias com os amigos e a família. As pessoas ao meu redor eu posso dizer que são a minha maior inspiração. Apesar de ser um tanto reclusa, o convívio em sociedade é, na minha opinião, um dos maiores aprendizados que alguém pode ter, caminhando junto com a descoberta de quem e o que é você. Além de tudo, dou uma baita sorte com amigos. São todos bem estranhos, mas especiais demais.

Bom, espero que tenham gostado.

Luisa

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Procura-se Artistas


Hey.
Voltei do exílio caros leitores. Eu e a Beatriz, agora formadas em Secretariado, vamos procurar postar com mais frequência por aqui. Hoje eu trouxe um texto fruto de uma discussão em aula sobre valores culturais. A Semana de Arte moderna, para quem não sabe, foi um marco cultural brasileiro, onde os artistas utilizaram-se da "antropofagia cultural" para pegar os moldes europeus e injetar cultura brasileira. Trazendo isso para os dias atuais, como é a nossa cultura hoje? Lembrando que, não, eu não odeio cultura internacional, pelo contrário, tem muita coisa boa e que merece ser valorizada. Mas nós, brasileiros, podíamos produzir uma cultura boa também, não?
Ah, discordâncias, opiniões... Bem, qualquer coisa, comentem :)


Procura-se Artistas

Um grupo de artistas uniu-se, alugou um espaço e contrariando toda a "belle époque", a cultura europeia bonitinha que a elite brasileira tanto cultivava, criou algo novo. Nos moldes bonitinhos, mas com sangue nacional. Estava feita a semana de arte moderna, uma das modernidades mais rejeitadas quando ainda era novidade.  
Mas hoje a coisa é diferente. As "modernidades", o celular com a tecnologia mais estranha é perfeitamente aceito, tudo de novo é utilizado. Mas você já pensou no que quer dizer a palavra sony? Ou então, a sigla LG? Estamos mesmo ainda falando a nossa língua? 
Não é novidade que o Brasil não tem lá um dos melhores ensinos. Também não é novidade que o governo tem a sua grande culpa. Porém, o governo não está nas escolas, estudando ou ensinando. Nem nas casas, escolhendo os livros que você lê, os sites que visita, as músicas que ouve. E duvido que uma das suas favoritas não seja em inglês, assim como o nome da rede social acessada, ou o best seller da estante. 
Já ouvi em todos os lugares e de todas as pessoas que o Brasil é pobre em cultura. Mas oras, quem fez a cultura do Brasil? Ou será que é mais fácil copiar os modelos bonitinhos? Resultado de tudo isso: importamos cultura, celulares, televisões, carros e até nossas marcas, com nomes não nativos. 
Se o Carnaval é pra turista ver, falta um brasileiro que queira se mostrar como algo à mais que peito e bunda. E se é pra importar algo, que sejam cérebros funcionais.

Luisa

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